Ciência tem inglês como língua oficial

Agora é oficial! O inglês é agora, oficialmente, o idioma universal na academia científica, ultrapassando o alemão! Sim, estamos surpresos também ao saber que o inglês não era a língua de referência, mas agora está tudo certo!

Até então, muitos textos científicos importantes publicados há um século ou mais estão escritos em alemão, russo, japonês ou chinês, dentre outros idiomas. Com a “chegada” em definitivo do inglês nos artigos,  pesquisadores de todas as partes do mundo agora conseguem compartilhar ideias, descobertas e opiniões sem precisar recorrer às traduções oficiais.

Mas como o inglês se transformou no idioma da ciência? De acordo com Michael Gordin, famoso historiador da Universidade de Princeton, nos Estados Unidos, até os anos 1950 o inglês era “dono”  de  50% dos textos publicados em ciências naturais enquanto a URSS seguia em segundo lugar, com cerca de 20%. Logo após o fim da Segunda Guerra Mundial, muitos cientistas, sobretudo físicos (na maioria judeus, socialistas ou estudiosos) da então Alemanha nazista migraram para os Estados Unidos, levando o Alemão como língua oficial de vários artigos científicos. E com a corrida espacial, o idioma se solidificou ainda mais.

Mas nos anos 1970 o  inglês começou a se destacar como idioma da ciência e que se percebeu um encolhimento dos textos em russo, francês e chinês. Uma verdadeira Torre de Babel que agora já está com uma nova língua oficial, mas o caminho foi bem longo e nada fácil…

Passados mais de 40 anos desde início de crescimento, mais de 90% das publicações da elite em ciências naturais estão em inglês. Inglês fluente já é extremamente fundamental para quem quer seguir carreira musical, e agora também para ser um cientista!

Ser fluente em inglês, portanto, é hoje a chave para se dar bem no mundo cientifico!  Bora aprender inglês fluente?

Essas informações foram divulgadas na BBC Brasil, mas você leu primeiro aqui com a gente 🙂

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